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“Ler fornece ao espírito materiais para o conhecimento, mas só pensar faz nosso o que lemos.” John Lucke

Trabalhamos com projetos cartográficos que usam de registros escritos, desenhos e gravações de áudio e imagem, como dispositivos utilizados adequadamente em uma intervenção clínica favorecendo o amadurecimento das formas vinculares e da auto observação de si em relação com o mundo.

 

Desde sempre registramos para entender o que sentimos, vemos e escutamos, são ações motoras e expressivas em nós e nas relações que este material rico em detalhes sobre como cada uma das personalidades se comporta e constrói narrativas particulares sobre problemas semelhantes a humanidade e sobre os acontecimentos. Apreciamos os processos com a acuidade de pesquisadores do comportamento humano, e por isso não nos cabe julgar ou moralizar qualquer postura. Cabe a nós como profissionais e pesquisadores, encontrar o suporte necessário para que a livre expressão e os efeitos dela possam refletir pensamento crítico, sentimentos e lógicas de funcionamento, as condições fundamentais à autonomia e bem estar social.

workshop clínico

Por meio de exercícios diários de autopercepção e captação de si diante os acontecimentos que selecionamos imagens, posturas musculares, diálogos internos e a personalidade somática (a lógica) que cada corpo tem para metabolizar e se desenvolver diante a vida que tem. Estes registros captados de maneira prudente e em grupos de confiança e empatia permite reflexões e tomadas de decisões estratégicas de bem viver  para cada uma das pessoas que participam dos workshops.

Mensalmente formamos grupos de até dez pessoas em torno de uma “instalação didática”, onde falamos, gravamos, desenhamos e escrevemos sobre como cada um dos participantes vive os próprios desafios, assistimos as gravações, lemos os escritos e problematizamos o “como cada um faz o que faz”. E desta maneira, com esta tecnologia estruturada pelo Laboratório do Processo Formativo em São Paulo, objetivamos a construção de uma rede de apoio e intervenções clínicas aos processos de desenvolvimento pessoal e coletivo, ao empoderamento e autonomia para agir sobre si e diante as necessidades ou vontades de solucionar problemas de ordem afetiva.

 

workshop supervisão

Mensalmente usamos da mesma “instalação didática” como dispositivo de supervisão de nossas práticas profissionais de psicólogos e aconselhadores, que também necessitam de redes de apoio e ampliação das margens de atuação clínica asseguradas por conceitos, exercícios de auto percepção, éticas e autonomias para pensar criticamente metodologias, conceitos e posturas no processo entre o cliente e o psicólogo.

São diferentes visões que compõem uma escolha assertiva no trabalho de aconselhadores psicólogos, pois trabalhamos com pessoas inseridas em grupos, famílias e realidades próprias a biografia que cada corpo tem para elaborar saídas, desvios e criações que respondam e solucionem desconfortos e sofrimento psíquico.

Supervisionar o próprio trabalho não é submeter-se à avaliação de outro profissional, mas sim, fazer uso e companhia profissional para fortalecer a própria trajetória, afinar singularidades do modo de fazer, compartilhar e atualizar leituras que oferecem suporte a atuação profissional.

Os workshops de supervisão são pontuais e permanecem abertos, escreva para nós, conte sua trajetória e vamos investigar se podemos ter um trabalho juntos, preenchendo o quadro abaixo entraremos em contato para marcar uma primeira entrevista.

 

 

   Por meio de exercícios diários de autopercepção e captação de imagens, para a observação de micro-expressões, posturas musculares, a lógica que cada corpo tem para metabolizar e se desenvolver diante a vida que tem. Estes registros captados de maneira prudente e em grupos de confiança e empatia permitem reflexões e tomadas de decisões estratégicas de bem viver.

   Mensalmente formamos grupos de até dez pessoas em torno de uma “instalação didática”, onde falamos, gravamos, desenhamos e escrevemos sobre como cada um dos participantes vive os próprios desafios, assistimos as gravações, lemos os escritos e problematizamos o “como cada um faz o que faz”. E desta maneira, com esta tecnologia estruturada pelo Laboratório do Processo Formativo em São Paulo, objetivamos a construção de uma rede de apoio e intervenções clínicas aos processos de desenvolvimento pessoal e coletivo, ao empoderamento e autonomia para agir sobre si e diante as necessidades ou vontades de solucionar problemas de ordem afetiva.

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